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Dignidade e cidadania em forma de documento pessoal

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As irmãs Mônica Suelen, 26 anos, e Ana Carolina Gonçalves Lopes, 17 anos, não cabiam em si de tanta satisfação. Depois de perderem todos os documentos pessoais no interior do Pará, terra natal, as duas receberam, nesta quarta-feira (12/06), a segunda via da certidão de nascimento. Elas foram atendidas pelas assistentes sociais do Centro de Atendimento Multidisciplinar (CAM), da Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO), que providenciaram o documento.

A diretora do CAM, Michelle Bitta Alencar de Sousa, informa que a irmã mais velha procurou a Defensoria Pública em busca de sua documentação, mas foi constatado que a mais nova também não tinha os documentos. A defensora pública afirma que a alegria das irmãs tem sinônimos. “Dignidade e cidadania. É a pessoa ter direito a um nome e a ter um documento que comprove isso”, enfatiza.

Com a certidão de nascimento em mãos, as irmãs poderão retirar todos os demais documentos pessoais. Mônica, estudante de biomedicina, perdeu os papéis no naufrágio de uma embarcação, há dez anos. A estudante Ana Carolina, por sempre morar de aluguel, perdeu a documentação durante uma mudança de casa. As duas moram juntas em Goiânia.

A universitária sempre que precisava de documentos dava um jeito com cópias conseguidas na escola onde estudou no Pará. Mas, além de outras necessidades, para concluir o curso superior precisa dos documentos pessoais originais. Muito satisfeitas, as duas afirmaram estar surpresas com a conquista do documento. “Eu fiz por fazer, eu não esperava. Quando me ligaram quase tive um treco. Agora é vida nova,” comemora Mônica.

Dicom/DPE-GO